Perícia criminal investiga morte de juiz encontrado carbonizado
A Polícia Civil de São Paulo apura as circunstâncias da morte do magistrado Gustavo de Castro Campos, localizado em um veículo incendiado no interior.
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A perícia criminal desempenha um papel fundamental na elucidação de casos complexos que envolvem mortes sob circunstâncias atípicas. Recentemente, a segurança pública no estado de são-paulo foi mobilizada para investigar o falecimento do juiz Gustavo de Castro Campos, de 45 anos. O magistrado, que atuava na Comarca de mococa, foi encontrado sem vida no interior de seu veículo, que estava em chamas em uma estrada rural de sao-joao-da-boa-vista.
Perícia criminal e os procedimentos de investigação
O caso, registrado inicialmente como morte suspeita, está sob sigilo e é conduzido pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Conforme reportado pelo g1, imagens de monitoramento registraram o magistrado comprando combustível em um posto de gasolina pouco antes de ser localizado. A análise técnica de vestígios em cenas de incêndio veicular é um procedimento rigoroso que busca determinar se houve ação humana intencional ou falha mecânica, respeitando a cadeia de custódia para garantir a integridade das provas.
O trabalho dos peritos envolve a coleta de amostras biológicas para exame de DNA, análise de resíduos químicos e a verificação do estado do veículo. Como em qualquer investigação de homicídio ou morte violenta, a autoridade policial trabalha com diversas hipóteses, mantendo a cautela necessária até que os laudos periciais sejam concluídos. O magistrado possuía uma trajetória profissional que incluía passagens pela advocacia e pela delegacia de polícia, o que amplia a necessidade de uma apuração técnica minuciosa.
A preservação do local de crime é o primeiro passo para que a ciência forense possa oferecer respostas precisas à sociedade e aos familiares da vítima.
Para quem busca entender como atuam os profissionais da área, o portal detetive oferece conteúdos sobre os métodos utilizados pelas polícias judiciárias. A colaboração entre o Instituto de Criminalística e os investigadores da Polícia Civil é o que permite transformar indícios em elementos de convicção para o Ministério Público. Até o momento, não foram divulgados suspeitos, e a investigação segue focada em reunir evidências materiais que expliquem a dinâmica do evento ocorrido na noite de quarta-feira (7).
Editor: Jones Tanabe
Fonte oficial: g1








