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Operação Reino Oculto mira esquema interestadual de tráfico e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, a Operação Reino Oculto para desarticular um suposto esquema interestadual de tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. Operação Reino Oculto Segundo informações divulgadas pela Assessor

Jones TanabeJones Tanabe 10 de setembro de 2026 2 min

◆ Artigo informativo — conteúdo de caráter jornalístico

Operação Reino Oculto mira esquema interestadual de tráfico e lavagem de dinheiro
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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, a Operação Reino Oculto para desarticular um suposto esquema interestadual de tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.

Operação Reino Oculto

Segundo informações divulgadas pela Assessoria de Comunicação da Polícia Civil da Bahia, mandados judiciais são cumpridos em 23 bairros de Salvador e da Região Metropolitana, além de municípios do interior baiano e cidades de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe.

Mais de 250 policiais civis participam da operação, que também conta com apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público da Bahia.

Investigação começou em março

As apurações tiveram início em março deste ano e identificaram indícios relacionados a tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, comércio e posse ilegal de armas, além de lavagem de dinheiro.

Os investigadores apontam que o grupo teria movimentado mais de R$ 4 milhões e atuava de forma dividida em núcleos responsáveis por comando, gestão financeira, armazenamento, logística, distribuição e revenda de drogas.

Também é investigado o fornecimento de armamento e munições.

Parte das drogas teria sido enviada para São Paulo, Espírito Santo e Sergipe. A investigação apura ainda o uso de uma empresa de fachada para o transporte de armas e munições.

Operação envolve forças de quatro estados

As investigações são conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic).

A operação também conta com participação da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, além de unidades especializadas da Polícia Civil, do Departamento de Polícia Técnica e das polícias civis de São Paulo, Espírito Santo e Sergipe.

Entre os departamentos envolvidos estão estruturas voltadas à inteligência policial, combate ao crime organizado, repressão ao narcotráfico, investigação de homicídios e operações especiais.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil da Bahia (Ascom-PCBA), boletim divulgado em 10 de setembro de 2026.

Editor: Jones Tanabe

Fonte oficial: Revista Detetive

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